Tenho como Ethos Evolutivo( ECOCIDADANIA): Comprometimento com a promoção do direito e da cidadania; difusão eficaz da valorização das pessoas excluídas pela minoria detentora do poder transnacional (ECOEDUCAÇÃO), manipuladora dos projetos socioambientais de inclusão educacional; execução de ações transformadoras, focada no marketing proativo; discernimento ético evolutivo libertário; consciência democrática participativa compartilhada; justiça e fé salvífica ontem, hoje e sempre( ECOPEDAGOGIA).
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
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Desastre em Fukushima pode impulsionar energia eólica no Japão
ResponderExcluirPor CHARLES NISZ | Publicado:17 DE MARÇO DE 2011
É sempre possível extrair algo de bom em qualquer situação, diz a sabedoria oriental. Os olhos do mundo estão voltados para a cidade de Fukushima, apreensivos com o desfecho na usina nuclear da cidade localizada na costa nordeste do Japão. 180 técnicos trabalham de modo heróico para deter o aquecimento nos seis reatores.
Ao mesmo tempo em que lamentamos essa situação, algo muito positivo acontece no Japão, conforme Kelly Rigg, diretora-executiva da Campanha Global para Ação Climática (GCCA, na sigla em inglês), conta nesse post: as usinas e a indústria eólica japonesa continuam funcionando apesar da opinião daqueles que acham que ela não resistiria a um tsunami.
Segundo Yoshinori Ueda, líder do Comitê Internacional da Indústria Eólica Japonesa, não houve danos nas turbinas localizadas no Japão, apesar da força do maremoto e do tsunami do dia 12 de março. Mesmo as turbinas de Kamisu, localizadas a 30 km do epicentro do maremoto resistiram de modo adequado. Prova da eficiência do sistema anti-terremoto dessas fazendas de energia eólica.
Com isso, ainda de acordo com Ueda, as empresas do setor elétrico japonês pediram a essas usinas eólicas para acelerar sua produção de modo a ajudar no abastecimento de energia elétrica. Alguns números:
A Eurus Energy Japan tem 174.9 MW (64% da sua capacidade total) em operação. Outras três usinas (Kamaishi 42.9MW, Takinekoshirai 46MW, Satomi 10.02MW) estão paradas devido a uma falha no seu grid causadas pelo maremoto e pelo tsunami. A usina de Satomi deve retomar as operações em poucos dias. Kamaishi foi a usina mais afetada pelo tsunami, mas suas turbinas escaparam por estarem localizadas em montanhas 900 metros acima do nível do mar.
Com 22% das turbinas do Japão, a Eurus é a maior operadora de energia eólica do Japão. A ironia de toda essa história: a empresa é uma subsidiária da Tokyo Electric Company (TEPCO), dona da usina em Fukushima. A TEPCO tem motivos para estar feliz em ter diversificado o portfólio de energia.
Na Bolsa de Tóquio, as ações da TEPCO tiveram forte queda, mas o preço das ações da Japan Wind Development subiram de 31.500 ienes em 11 de março para 47.800 ienes em 16 de março. A energia eólica é duplamente verde, pelo visto.
Usina eólica em Kagoshima. Foto de rjzii