Tenho como Ethos Evolutivo( ECOCIDADANIA): Comprometimento com a promoção do direito e da cidadania; difusão eficaz da valorização das pessoas excluídas pela minoria detentora do poder transnacional (ECOEDUCAÇÃO), manipuladora dos projetos socioambientais de inclusão educacional; execução de ações transformadoras, focada no marketing proativo; discernimento ético evolutivo libertário; consciência democrática participativa compartilhada; justiça e fé salvífica ontem, hoje e sempre( ECOPEDAGOGIA).
domingo, 29 de janeiro de 2012
CONSCIÊNCIA SOCIOAMBIENTAL SUSTENTÁVEL
Consciência ambiental no cotidiano
ntal, melhores práticas, urbanismo, Cidade:
Este artigo foi escrito por Radamés em 12/14/2010
A Dinamarca é um dos países mais avançados em consciência ambiental. 37% da população de Copenhague utiliza bicicleta em seus deslocamentos diários e, segundo as projeções, essa taxa pode atingir 50% até 2015. Em 2050, a Dinamarca pode se tornar um país livre de combustíveis fósseis, graças a investimentos em fontes de energia alternativas e renováveis. Sem dúvida, é um exemplo a ser seguido. O avanço ambiental desse pequeno país se deve primeiramente à consciência de sua população, mas também a uma política de impostos agressiva. Na Dinamarca, 60% do valor de um automóvel é imposto. A conclusão a que podemos chegar é que proteção ambiental se faz de duas formas: uma positiva baseada em altruísmo e boa vontade e outra impositiva, feita sob pressão colocando a mão no bolso das pessoas. O ecologismo imposto, porém, não se resume a imposto.
A Dinamarca segue pelo caminho da cobrança de impostos em favor do ambiente, talvez porque sua população veja os impostos recolhidos se transformarem em benefícios sociais. A taxação para inibir consumo, porém, tem seus efeitos indesejáveis. Existe uma lógica perversa nos impostos que inibem consumo. No Brasil, por exemplo, o cigarro e as bebidas alcoólicas são severamente taxados e, nem por isso, o consumo desses produtos é baixo. Além disso, o dinheiro fácil que vem desses impostos pode levar governantes de pouco escrúpulo a ficarem estranhamente passivos na hora de tomar medidas mais efetivas contra o consumo. Na minha escala pessoal de simpatia o imposto fica em último lugar como recurso para inibir consumo. Mas o que um governo pode fazer para direcionar os hábitos de sua população na direção de um modo de vida mais sustentável?
Premiar as soluções sustentáveis é melhor que inibir as insustentáveis. Baixar o imposto do carro movido a biocombustível é melhor do que tascar imposto no carro a gasolina. Por que? Porque baixa o preço da opção mais sustentável tornando-a acessível a pessoas com menor renda. Simplesmente, proibir por decreto as coisas que poluem também é melhor do que taxá-las. A proibição leva as pessoas a buscarem alternativas e trata todos por igual, ricos ou pobres. As duas opções que citei não geram receita para o governo, pelo menos de forma direta. Será que isso é bom ou ruim? É ótimo principalmente quando o governo não converte o imposto em bons serviços públicos.
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