domingo, 10 de julho de 2011

MARINA

As principais frases de Marina Silva sobre sua saída do PV
09/07/2011
tags: brasil, frases, marina silva, Nova Política,
por jornalistamasini
Muita coisa foi dita durante o Encontro Por Uma Nova Política e na entrevista coletiva pós Encontro. O evento que marcou a desfiliação de Marina Silva do Partido Verde ocorreu na quinta-feira, dia 7 de julho, no Espaço Crisantempo (rua Fidalga, 521, Vila Madalena, São Paulo).
Resolvi reunir as principais que foram ditas em um único post, para facilitar a compreensão dos fatos de todos. Quem quiser minha opinião sobre a desfiliação de Marina do PV leia este post.
Ajude a compor esse texto. Envie outras frases ditas durante o evento. Deixe-as nos comentários que eu vou incorporando ao post.

Frases de Marina

“Vou manter minha coerência e seguir em frente. Esse é o sentido de nosso gesto. Não se trata de uma saída pragmática, com olhos postos em calendários eleitorais. Ao contrário, é a negação do pragmatismo a qualquer preço”
“Não é hora de ser pragmática, é hora de ser ‘sonhática’”.
“Não é o fim, é o início”.
“A experiência no PV serviu para sentir até que ponto o sistema político brasileiro está empedernido e sem capacidade de abrir-se para sua própria renovação. Os partidos tornaram-se “máquinas obcecadas pelo poder em si e cada vez mais distantes do mandato de serviço que estão obrigados a prestar à população”.
“Não podemos negar a tristeza pelo que está acontecendo na política, no sistema político e nas instituições brasileiras. É só vermos os casos que estão aí falando por si mesmos”.
“Espero que o PV possa se refazer para poder metabolizar isso que nós suscitamos na sociedade. Lamentavelmente (agora) não foi possível e eu não vou ser incoerente com aquilo que faço e aquilo que eu falo”.
“É essa a causa que nos move e nos faz reconhecer que o propósito de levar adiante por meio do PV, na forma em que foi estruturado, não foi possível. Vamos nos reencontrar com nosso potencial para mudar o que precisa ser mudado e preservar o que precisa ser preservado”.
“Sabemos de sua importância (partidos), de seu papel, mas não podemos fechar os olhos para seus desvios. Devemos exigir que saiam de suas velhas práticas e acordem para o presente. Espero que esse movimento possa ajudar nessa transformação. Quando me perguntam o que vou fazer com os 20 milhões de votos, eu dizia que os votos não são meus. Não é uma herança, é um legado.”
“A gente começa os processos com grandes ideais, o problema é que a gente põe o ideal na popa, como um efeito, um adorno. O ideal tem que estar na proa, a nos guiar. Não é um símbolo. Símbolo é coisa morta, usada por qualquer um de acordo com seus interesses. O ideal tem que estar dentro de nós, a nos mover.”
“Pudemos perceber que as pessoas podem participar da política independente das estruturas e das alianças e fazer da sua participação algo relevante. Vimos o Brasil integrado aos movimentos que estão acontecendo no mundo”.
“O movimento, que é uma nova forma de fazer política, deve estar dentro de todos os partidos. Eu tenho conversado com a Heloísa Helena e ela tem sinalizado muito fortemente que estará junto”.
“O movimento está aberto para quem é de partido, quem não é de partido, para outros partidos e pessoas. Por isso não houve em nenhum momento a intenção de que isso fosse colocado como um partido. Acho que tem que ter um tempo para metabolizar isso, até para ver se a gente tem densidade política, teórica, de propostas e fundamentos. Não se faz um partido para concorrer às eleições. Imagine o que é fazer um partido já com uma somatória de interesses para concorrer as eleições em 2012. Não, de jeito nenhum. Agora vamos discutir até que isso se coloque”.
“A política não é monopólio dos partidos. O sistema político brasileiro está estagnado e os partidos também. Viraram máquina de disputar o poder pelo poder.”
“Se eu defendo a democracia como é que eu vou justificar um partido que não faz eleição para escolher seus dirigentes? Que nomeia os dirigentes e os afasta ao bel prazer do seu presidente o quem quer que seja”.
“Não sou candidata a priori, não vou ficar na cadeira cativa de candidata. Eu não sei. Se não sei, não posso dizer que sou. E se não sei, não posso dizer que não sou. “Se em 2014, com legitimidade, as circunstâncias da política do Brasil exigirem um passo nesta direção, eu peço a Deus coragem para dá-lo. Neste momento eu não sei se serei candidata ou não. Neste momento é bom, porque quando você fica candidato, tudo o que você faz já tem um passo marcado”.
“Vou ajudar no cotidiano, nas políticas boas que a presidente venha a fazer. Só que será uma ajuda livre, sem favores ou troca de cargos. É a melhor ajuda que alguém pode dar e a melhor ajuda que alguém pode receber”.
“Podia nem ter sido candidata. Buscava uma ferramenta para romper a velha política” – em resposta se o motivo de sua filiação ao PV foi eleitoral, para disputar a Presidência em 2010.
“Temos que abaixar a ansiedade com essa coisa de ser visto. Não vou ficar com uma melancia no pescoço, fazendo cambalhota para ser vista”. “Vou entrar nas causas que são importantes e justas, mesmo que sejam causas perdidas”, disse, citando a luta contra as mudanças no Código Florestal. “Estou nessa agenda há muito tempo e jamais deixaria de estar por não ter a certeza do sucesso.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste website e dos textos contidos nele poderá ser reproduzida ou transmitida sem a devida citação da fonte por qualquer forma e/ou qualquer meios (eletrônico ou mecânico, incluíndo fotocópia ou gravação) ou arquivada em qualquer sistema ou banco de dados sem permissão escrita do autor.
http://raimundonerysousa.blogspot.com.br/2012/04/raimundo-nonato-nery-de-sousa.html#links