Tenho como Ethos Evolutivo( ECOCIDADANIA): Comprometimento com a promoção do direito e da cidadania; difusão eficaz da valorização das pessoas excluídas pela minoria detentora do poder transnacional (ECOEDUCAÇÃO), manipuladora dos projetos socioambientais de inclusão educacional; execução de ações transformadoras, focada no marketing proativo; discernimento ético evolutivo libertário; consciência democrática participativa compartilhada; justiça e fé salvífica ontem, hoje e sempre( ECOPEDAGOGIA).
domingo, 6 de maio de 2012
A primeira infância e a avaliação do desenvolvimento pessoal e social
No panorama da educação da infância, a observação/avaliação do desenvolvimento psicológico
(pelo menos em Portugal) não tem merecido especial destaque, verificando-se o mesmo em relação à
avaliação do desenvolvimento pessoal e social das crianças até aos três anos em contexto de creche. No
entanto, diversos autores destacam a importância da avaliação em fases posteriores da vida e nos níveis de
ensino seguintes (PINHO, 2009).
Embora seja de conhecimento comum que a criança até aos três anos adquire uma série de
competências de impacto sólido para o desenvolvimento ulterior, não tem sido salientada a importância de
que sejam acompanhadas, desde cedo, por educadores de infância. Frequentemente são substituídos por
auxiliares de educação, sem formação. Ainda que os primeiros meses de vida sejam considerados como
um período dedicado ao sono, à prestação de cuidados e ao choro, o educador tem uma noção clara de
que se trata, também, de um período desenvolvimental extremamente rápido. Os bebés que
aparentemente se limitam à inactividade encontram-se numa fase de permanente atenção, capazes de
absorver tudo o que passa ao seu redor.
A creche, como lugar onde se dá a experiência da separação, a emergência da linguagem, a
construção de relações afectivas, a promoção da autonomia, entre outras aquisições, é um contexto
educativo extremamente fértil. Assim, como primeiro espaço público habitado pela criança, para ser
promotora de socialização e auto-realização, tem que ser pensada com base nessas duas vertentes do que
é educar uma criança. “Por isso, as experiências mais precoces da criança são cruciais para o seu
desenvolvimento cerebral. A neurociência tem demonstrado que a interacção com o ambiente não é
apenas um acidente de percurso no desenvolvimento cerebral, mas sim um requisito fundamental. As
experiências vividas pelas crianças nos primeiros tempos de vida têm um impacto decisivo na arquitectura
cerebral e, por conseguinte, na natureza e extensão das suas capacidades adultas” (PORTUGAL, 2009, p.38).
Estudou-se a avaliação do desenvolvimento pessoal e social de crianças dos 0 aos 3 anos, em
creche, a partir de grelhas de observação construídas a partir de vários autores. O objectivo da investigação
pressupunha a melhoria das práticas educativas dos profissionais ligados à educação de crianças com
idades compreendidas entre os 0 e os 3 a
FONTE: http://www.rieoei.org/deloslectores/3771Cro.pdf
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